sábado, 23 de agosto de 2014

Semana 2 - Quarta













Paredão
Dax X Renato X Alexandre
Vote com sabedoria

Um comentário:

  1. Salve, salve, está no ar mais uma recap do WG! Começamos o dia com um cara que entrou no programa hoje mesmo e apareceu do nada falando sobre liberação da maconha. Não sei se as DST subiram pro cérebro da Jamie e ela tá alucinando ou se esse Muh é algum personagem novo, mas tenho certeza que nunca o vi na vida.
    Do lado de fora, o elenco de figuração resolve botar a calcinha da Day na cabeça de um certo índio para ver se chamam a atenção de alguma câmera que estava filmando a grama crescer. Lukas não perde a chance de se aproximar de Belga, afinal ele tinha algo muito grande para oferecer: a chance da bicha ter sua cota de duas falas na semana sendo gravadas pela produção e aparecendo no programa /o/, mas assim que ele nota a lona de circo na cabeça do coleguinha. Mas como diria aquele famoso pensador de que não me recordo o nome, quanto mais tempo na tela, mais avulsos devem ser contratados para passar no fundo como transeuntes (o que é algo diferente de transante, Jamie, então se aquiete). A bola da vez é Jo, que começa a estratetizar, já que o povo que não foi bem no primeiro BBC + os newbies está com fogo na bacorinha pra jogar e jogar pesado.
    Segundo o contrato da BBC, pra cada um momento de estratégia, são necessários dois barracos pra balancear. Então vamos para o primeiro: Alice espalha activias de coco com mel pela casa, o que deixa Aline p##íssima, mas a gostosa deve ter tomado alguns goles do danone e sentido algum efeito colateral, porque começa a regurgitar um monte de m##da. A segunda começa quando Gee decide cutucar Gabriel sobre como a ditadura perdeu seu voto cabresto; e muito que bem que Gee continua sendo attwhore apenas pq sabe que a produção foi comprada por sua família para que ele fique imune até o F5, no mínimo.
    Depois disso, temos Leonora e Fil notando que suas alianças estão mais ferradas que Stephanie em Palau, então decidem unir os flops, para que assim a pouca visibilidade de um se anule com a do outro e eles a zebra da nova geração. Como tivemos uma conversa estratégica, voltamos para o ciclo em que acontecem mais barracos. E como não dá pra soletrar “barraco” sem Gee (wat?), claro que a bicha-má-mór surge para destilar veneno para cima de uma dupla de pobres e indefesos personagens extras (que tão lá só pra cobrir a cota de personagem religioso e personagem boleiro).
    Isis vai logo chorar as pitangas para a legião das pobres coitadas e pobres. Mas elas dizem que a líder deveria se vingar indicando algum vilão, e decidem mirar em mais avulso que só serve de voto extra, mas convenhamos: isso é tudo mais uma boninhada da produção, que aconselhou todo o cast a mirar os avulsos para que os relevantes possam ir longe.
    Yure e Kauê aparecem apenas como alívio cômico com seu bro-mance, e Kauê ainda tenta negar que existe algo entre os dois, já que quando se trata de relacionamentos, ele corre mais que o Usain Bolt. Mas logo são eclipsados pela formação do paredão. Isis começa indicando Thaís porque ela parece um demônio vindo das profundezas do tártaro. Para criar discórdia, Bial surge com a ideia de metade do povo votar abertamente e a outra metade votar em secreto. Claro que só serve para ouvir mimimi do Gaynato que enfia todo o cast em seu pergaminho negro, por puro coitadismo.
    Na votação fechada, Alexandre é indicado pelos cavaleiro por ser asiático, e claro que isso o torna um bom estrategista (será? Woo mandou lembranças). E como se não adiantasse tanta loucura em uma noite, Dax resolve trocar de lugar com Thais no paredão, através de mais uma das twists safadas que a produção implantou de última hora para se livrar dos avulsos da casa. Provavelmente essa vai ser a jogada mais burra da história, porque apesar de terem 3 pessoas no paredão, a probabilidade de Dax sobreviver a votação é bem menor que 33,3%.
    Acabamos o episódio com mais uma reunião do Clube Secreto, do qual descobrimos que Alice faz parte e o plano deles é jogar Gaynato debaixo do ônibus já que ele é uma carta selvagem [/translate e ninguém sabe de que lado ele está (claro que do lado rosa da força né, bee!)

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